O presidente da Caixa Agrícola da Costa Azul, Jorge Nunes, defende que a aposta na promoção de certames como a Feira da Agropecuária e do Cavalo de Santiago do Cacém é um “investimento” que acaba por ter “retorno”.

A Caixa Agrícola da Costa Azul, que tem sede em Santiago do Cacém, é uma das entidades que fundaram a Santiagro, há 30 anos, e que mantém até os dias de hoje o apoio financeiro à promoção do certame, atualmente a cargo da Câmara Municipal.

“O apoio que damos nestes certames, não se trata de um apoio, mas sim de um investimento, que é um contributo bastante grande que estamos a dar no desenvolvimento da região, nos negócios, nas transações, na cultura, no desporto, nas mais diversas áreas e atividades que são desenvolvidas e que se encontram bem patentes nestes certames”, acredita o líder da instituição bancária.

 

Jorge Nunes explicou a interpretação que faz do valor aplicado na promoção de feiras, defendendo que o considera um “investimento” por ser algo que “tem retorno”.

“Há sempre um retorno. Há mais negócios, há mais dinheiro, há mais depósitos. Há necessidade, compra-se um tractor, naturalmente [é preciso] um investimento e a Caixa é quem sempre tem as melhores condições”, disse, em tom de brincadeira, perante os convidados que assistiram à cerimónia inaugural da Santiagro.

Para a Câmara Municipal de Santiago do Cacém, que é a entidade promotora da feira, Jorge Nunes aplica a mesma lógica.

 

“Por por muito que custe, a Santiagro é sempre um investimento e não um dispêndio da Câmara, porque também lá vem o retorno, nos impostos, no IRS e nesses coisas todas”, concluiu.

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