Acompanhadas com um copo de vinho ‘sauvignon blanc’ produzido no outro lado da margem do rio Mira, as ostras locais são a nova “experiência” gastronómica da Tasca do Celso, que está na Feira Nacional de Turismo Desportivo e de Natureza, a decorrer em Vila Nova de Milfontes até ao final do dia de hoje.

“A ostra do rio Mira é uma ostra que tem um sabor muito forte, que abrange o sabor de qualquer vinho branco”, disse em declarações ao Diário da Feira, José Ramos Cardoso, proprietário da Tasca do Celso, um reconhecido restaurante de Vila Nova de Milfontes, membro da rede de turismo criativo Casas Brancas e parceiro da Rota Vicentina.

Este “é o primeiro ano que temos ostras do rio Mira”, disse, assegurando contar ao todo com 300 quilos de ostrar para os três dias da FEI~TUR.

Munido de um prato de ostras com limão numa mão e de um copo de vinho branco produzido na margem sul do rio Mira na outra, José Ramos Cardoso aproveitou para demonstrar e convidar à degustação destas iguarias locais que resolveu combinar “a título de experiência”.

“Vamos ver se a coisa dá certo”, brincou, enquanto sugeria ainda a prova de um queijo de cabra produzido no concelho vizinho de Ourique, que avalia como “o melhor queijo de cabra do mundo”.

A Tasca do Celso, embora esteja instalada em Vila Nova de Milfontes, é também presença habitual na feira promovida pelo município de Sines, com um estabelecimento temporário na “Tenda Sabores”.

Ainda hoje, às 16:30, a Tasca do Celso vai também fazer uma demonstração de culinária no espaço de “show cooking”.

Além da Tasca do Celso, há mais demonstrações de culinária. Às 15:00, é a vez da Escola Profissional de Odemira, que combina a iniciativa com uma prova de vinho da Herdade da Serenada, de Grândola.

Também o restaurante O Sacas, da Zambujeira do Mar, vai fazer uma demonstração, acompanhada por uma prova de vinhos da Herdade do Peso, a partir das 18:00.

Tudo isto para provar na FEI~TUR, que encerra hoje, depois de três dias de certame, pelas 20:00.

Previous Turismo representa “cerca de 30% da actividade económica” de Odemira
Next Na Primavera de 2018, há novos percursos da Rota Vicentina para caminhar