O rapper brasileiro Emicida esteve pela primeira vez no Festival Músicas do Mundo (FMM) de Sines na noite de quinta-feira, onde cantou, dançou e aproveitou, durante o concerto no palco do Castelo, para passar mensagens de alerta contra o racismo.

Emicida | FMM 2017 | © Tiago Canhoto

O hip hop brasileiro marcou presença no Castelo de Sines pela voz de Emicida, que, antes do concerto, falou com os jornalistas sobre o espectáculo, elogiando a atmosfera do FMM, onde as “pessoas vêm de mente aberta para consumir” o tipo de fusão que a sua música tem, com ritmos de samba e de kizomba. O rapper brasileiro falou também sobre a situação atual do Brasil a nível político e social, criticando os média.

Ouça aqui a entrevista completa:

 

Emicida falou ainda sobre projeto Língua Franca que o junta ao brasileiro Rael e aos músicos portugueses Capicua e Valete.

 

Entre o público do festival músicas do mundo, há quem tenha entrado no Castelo de propósito para ver Emicida. É o caso de Nelson Mateus, que o Diário da Feira encontrou enquanto aguardava pelo concerto.

 

Emicida subiu ao palco por volta das 23:15, para um concerto animado em que conseguiu envolver o público, que cantou e dançou. Em palco esteve com DJ Nyack, Doni Jr., na guitarra, cavaco e voz e Café, na percussão e voz.

Emicida | FMM | © CMS

A música ‘Ela’, do projecto Língua Franca, não fez parte do concerto no Castelo de Sines, mas pode ser ouvida aqui:

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