Vinte Anos de FMM : Carlos Grulha recorda um festival ‘mais intimista’


Proprietário do Bar Ponto de Encontro, no Largo Poeta Bocage, em Sines, Carlos Grulha não perde uma edição do Festival Músicas do Mundo desde que, ainda tímido, arrancou no castelo da cidade. Entre 1999 e 2018, o FMM cresceu. “Foi algo parecido com uma explosão”, recorda o empresário.

QUAL É A PRIMEIRA RECORDAÇÃO QUE GUARDA DO FESTIVAL MÚSICAS DO MUNDO ?

Lembro-me que o primeiro festival foi mais intimista. Fizemos tudo com copos de vidro, não haviam copos de plástico e as bandas juntavam-se com o pessoal aqui depois dos concertos e era uma coisa mais pequena e tranquila. Não se sabia ainda o impacto que iria ter mas depois com a vinda de bandas de reggae com mais impacto como os Black Uhuru o festival começou a ter outra dimensão.

NA SUA OPINIÃO, COMO EVOLUIU O FESTIVAL ?

Penso que foi algo parecido com uma explosão. De um ano para o outro subiu de uma maneira incrível.

QUAL FOI O MELHOR ANO E PORQUÊ ?

É um bocado difícil responder a isso mas acho que foi o ano de Gogol Bordelo. Penso que, se calhar, toda a gente vai dizer a mesma coisa mas também considero que quase todos os anos foi bom porque vieram bandas que ninguém conhecia e surpreenderam.

O QUE PODE MELHORAR NO FESTIVAL MÚSICAS DO MUNDO ?

Penso que podiam investir ao nível das casas de banho e de infraestruturas sanitárias.

 

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